terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Captain Black Big Band - Captain Black Big Band (2011)
Ele sempre trabalhou com grupos pequenos, de trios a quintetos, mas resolveu arriscar um formato consagrado mas não muito comum hoje em dia, a big band, para seu projeto mais recente. Acionou seus contatos e recrutou 39 músicos dos bons, que se revezaram nos shows e nas sessões de gravação, co Orrin funcionando como um maestro. O resultado foi esses excelente álbum que mistura a pegada "balada" associado às big bands com muita criatividade e improviso, passeando por diversos subgêneros do jazz, do hard bop à fusion, dos ritmos latinos aos asiáticos.
O ótimo Na Mira do Groove faz uma análise mais elaborada das sete faixas, e deixo vocês com uma versão ao vivo de Jena 6, que encerra o disco em grande estilo.
e lá vai o disco inteirinho pra vossa satisfação!
Captain Black Big Band - Captain Black Big Band (2011)
01 - Art of War
02 - Here's the Captain
03 - Inheritance
04 - Big Jimmy
05 - Captain Black
06 - Easy Now
07 - Jena 6
Ouveaê!
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Azymuth - Outubro (1980)
O disco foi relançado com seis faixas bônus ao vivo sensacionais, enjoy!
Azymuth - Outubro (1980)
01 - Papasong
02 - 500 Miles High
03 - Pantanal (Swamp)
04 - Dear Limmertz
05 - Carta pro Airto (Letter to Airto)
06 - Outubro (October)
07 - Maracanã
08 - Um Amigo (A Friend)
09 - Dear Limmertz Prelude
Bonus Tracks
10 - Light as a Feather
11 - Partido Alto
12 - Existe Isso (That Exists)
13 - Jazz Carnival
14 - Dona Olimpia
15 - Voo Sobre o Horizonte (Fly Over the Horizon)
Ouveaê!
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
School of Funk-Jazz - Kashmere Stage Band
Hoje os corais tipo GLEE são febre, mas lá nos anos 60 as tradicionais stage bands, big bands estudantis das High School americanas também tinham seus concursos regionais e nacionais. A Kashmere High School, localizada num subúrbio negro de Houston, Texas, tinha muito material humanos de garotos e garotas de cabelos black power e que estavam pirando no insano funk psicodélico da época, de carinhas como Sly Stone e George Clinton e seu funkadelic, além das pirações fusion de Miles Davis e Herbie Hancock. E tinham o professor certo: Conrad O. Johnson, apelidado apenas de "Prof". Músico tarimbado que já tocara com Count Basie, Prof. nunca deixou de ouvir a evolução da música negra, e naquele momento a funkeira nervosa era o que os moleques ouvirm, então deixou que eles a tocassem. Mas com uma condição: eles tinham que se tornar a melhor Stage Band do país, indiscutivelmente.
Parece enredo daqueles filmes de superação do grupo de garotos largados que com um professor inspirador (que pode ser interpretado por Samuel L. Jackson, Denzel Washington ou Morgan Freeman dependendo da idade), mas é real, e virou um documentário que parece ser bem legal, saca só o trailer.
Os shows da Kashmere Stage Band eram lendários, e eles gravaram altos sons, que so foram lançados recentemente, reunidos no álbum duplo Texas Thunder Soul (1968-1974), mesmo nome do documentário. No filme, aliás, os membros da big band se reúnem, e eles resolveram continuar tocando, depois de tantos anos!
enquanto algum ser iluminado não traz os agora tiozões do jazz-funk ao Brasil, ouve ae o Texas Thunder Soul. Inclui temas próprios e versões cabulosas de clássicos como Take Five e o tema de Shaft. Link respeitosamente puxado do grande SaravaClub*
Kashmere Stage Band - Texas Thunder Soul (1968-1974)
Disco 1
01 - Boss City
02 - Burning Spear
03 - Take Five
04 - Super Bad
05 - Keep Doing It
06 - Thunder Soul
07 - Do You Dig It, Man?
08 - Headwiggle
09 - Al's Thing
10 - Do Your Thing
11 - Scorpio
12 - All Praises
13 - Shaft
14 - Kashmere
15 - $$ Kash Register $$
16 - Zero Point Pt. 1 & Pt. 2 (45 Version)
17 - Getting It Out Of My System
Ouveaê!
Disco 2
01 - Intro
02 - Zero Point
03 - All Praises/Zero Point (Reprise)
04 - Intro
05 - Do You Dig It, Man?
06 - Don't Mean a Thing
07 - Thank You
08 - Ain't No Sunshine
09 - Do You Dig It, Man?
10 - All Praises (Live)
11 - Thank You (45 Version)
12 - Zero Point (LP Version)
13 - Do Your Thing (Instrumental)
14 - Getting It Out of My System
Ouveaê!
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Jazz Jamaica All-Stars - Blue Note Blue Beat - The Jamaican Beat
Sim crianças, é isso mesmo: clássicos do jazz com roupagem jamaicana, cortesia do baixista Gary Cosby e seus comparsas do Jazz Jamaica All-Stars, que já haviam feito a sensacional "Skaravan", versão de Caravan do Duke Ellington. Se liga:
Em dois volumes, temas geniais de John Coltrane, Miles Davis, Herbie Hancock, Dave Brubeck, Art Blakey e outros bambas recebem pitadas de ska e reggae, sem perder sua genialidade. Alegria pura! (Links surrupiados do ótimo blog de reggae e afins Oficina de Macacos)
Jazz Jamaica All-Stars - Blue Note Blue Beat - The Jamaican Beat - Vol. 1
01 - Three Blind Mice
02 - Cantaloope Island
03 - You`d Be So Nice To Come Home To
04 - Recado Bossa Nova
05 - Witch Hunt
06 - Little Melonae
07 - Watermelon Man
08 - Moanin'
09 - Take Five
10 - A Night in Tunisia
11 - The Sidewinder
12 - Song For My Father
13 - Christo Redentor
Ouveaê!
(senha: oficinademacacos.blogspot.com)
Jazz Jamaica All-Stars - Blue Note Blue Beat - The Jamaican Beat - Vol. 2
01 - Bemsha Swing
02 - Mr. PC
03 - Misty
04 - So What
05 - 4 on 6
06 - Well You Didn't
07 - Five Spot After Dark
08 - It Don't Mean a Thing
09 - Birdland
10 - Take the 'A' Train
11 - Moonlight in Vermont
12 - Eastern Standard Time
Ouveaê!
(senha: oficinademacacos.blogspot.com)
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Bebop + Bluegrass com Béla Fleck e seus Flecktones!
Em 1989 Fléck foi convidado pela rede de TV pública PBS para tocar em um especial e reuniu um Dream Team de músicos que também expandiram os limites de seus instrumentos: o multiinstrumentista Howard Levy, que tocava gaita, ocarina e piano, entre outros instrumentos, e os irmãos Wooten: o monstro baixista Victor Lemont Wooten e o baterista Roy "Future Man"Wooten que tocava a "drumitar", um curioso híbrido de guitarra e bateria eletrônica. Eram os Flecktones. Que ainda estão na ativa e, pô, podiam vir pruns shows no Sesc ou algo assim...
sem mais delongas, jogo na roda os dois primeiros discos dos Flecktones, que são pura alegria com sua divertida e impecável mistura de bebop, bluegrass e psicodelia cósmica. Enjoy!
Béla Fleck and the Flecktones - Béla Fleck and the Flecktones (1990)
01 - Sea Brazil
02 - Frontiers
03 - Hurricane Camille
04 - Half Moon Bay
05 - The Sinister Minister
06 - Sunset Road
07 - Flipper
08 - Space is a Lonely Place
09 - They're Here
10 - Reflections of Lucy
11 - Tell It to the Governor
Ouveaê!
Béla Fleck and the Flecktones - Flight of the Cosmic Hippo (1991)
01 - Blu-Bop
02 - Flying Saucer Dudes
03 - Turtle Rock
04 - Flight of the Cosmic Hippo
05 - The Star Spangled Banner
06 - Star of the County Down
07 - Jeckyll and Hyde (And Ted and Alice)
08 - Michelle
09 - Hole in the Wall
10 - Flight of the Cosmic Hippo (Reprise)
Ouveaê!
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Jazz japonês é coisa muito séria
No último mês, o Japão ocupou as manchetes pela tragédia do terremoto seguido de tsunami e desastre nuclear. Completando um mês do terremoto, farei uma homenagem ao bravo povo nipônico através de um assunto inusitado: a insana cena jazz que se desenvolveu na terra do sol nascente entre as décadas de 60 e 70, exemplarmente garimpadas pelo sensacional blog ORGY IN RHYTHM (de quem respeitosamente surrupio os links.)
Após a Segunda Guerra Mundial, o trauma de Hiroshima e Nagasaki e a impensável rendição, o Japão se transformou. Ajudados financeiramente pelo ex-inimigo norte-americano, a economia do país explodiu a partir dos anos 50, e a influência cultural americana se disseminou na tradicional cultura nipônica. Entre as centenas de sub-culturas, algumas mutcholocas, que se desenvolveram no Japão do pós-guerra, o culto ao jazz é uma das mais duradouras. E, a partir dos anos 60, com o rock e o pop dominando a música americana, muitos jazzistas foram para a Europa e o Japão, onde o jazz ainda era consumido com ardor. E, com sua tão falada dedicação e disciplina, alguns japas começaram a tocar jazz e se tornaram mestres quase no mesmo nível dos americanos. O estilo desse jazz japa seventies é meio que uma continuação do que o jazz EUA fazia antes de cair no ostracismo no país natal: um POST HARD BOP MEETS AVANT GARDE, Free Jazz, Fusion, etc, e um subgênero que se tornou muito popular em terras nipônicas foi o jazz rock, releitura jazzy com tempero bossa-nova de sucessos do rock da época.
Um dos grandes jazzeiros japas é o saxofonista SADAO WATANABE, cujo Swiss Air, gravado ao vivo em Montreaux em 1975, eu já coloquei aqui. Então vamos explorar alguns outros, começando pelo monstruoso trompetista TERUMASA HINO.
Hino = Kikuchi Quintet (1968)
sexta-feira, 18 de março de 2011
Les McCann & Eddie Harris - Swiss Movement - Live at Montraux Jazz Festival (1969)
Em 1969 o pianista Les McCann e seu trio se juntaram ao grande sax tenor de Eddie Harris para uma apresentação no festival de jazz de Montreaux, na Suíça. E a MÁGICA aconteceu. A primeira música, Compared to What, de Gene McDaniels, se tornou um clássico instantâneo e hino do movimento pelos direitos civis, contra a guerra do Vietnã e dos jovens negros americanos dos anos 60. O resto da apresentação segue na pegada do jazz funk delícia, alegria pura, com destaque para Cold Duck Time. Lançado pela gravadora Atlantic, Swiss Movement foi um sucesso, o maior da carreira de McCann, mas hoje em dia não é tão fácil de achar. Mas o compañero Danielito Grilli achou um link em excelente qualidade e eu jogo aqui pra alegria geral da nação. Antes, um aperitivo, o vídeo de Compared to What.
e o prato principal...
Les McCann & Eddie Harris - Swiss Movement - Live at Montraux Jazz Festival (1969)
01 - Compared to What
02 - Cold Duck Time
03 - Kathleen's Theme
04 - You Got It In Your Soulness
05 - The Generation Gap
Ouveaê!
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Thelonious Monk - Brilliant Corners (1957)
Bom, mas vamos manter essa pocilga funcionando! Acho que esse disco aqui ninguém vai reclamar.. e trata-se de um dos grandes discos de jazz da história. Sonzera séria e fina, elegância total, com o mestre Thelonious Monk no piano, Sony Rolins no sax tenor, Paul Chambers no baixo, Max Roach na bateria... O som é bebop na veia, transpirando frescor e vitalidade.
para petiscar, um documentariozinho de dez minutos com depoimentos do produtor do disco, Orrin Keepnews:
e agora, o prato principal:
Thelonious Monk - Brilliant Corners (1957)
01 - Brilliant Corners
02 - Ba-Lue-Bolivar Ba-Lues-Are
03 - Pannonica
04 - I Surrender, Dear
05 - Bemsha Song
Ouveaê!
terça-feira, 8 de junho de 2010
Miles Davis - Ascenseur pour l'échafaud (1958)
Para continuar a toada de trilhas sonoras, aí vai mais uma clássica. Outro dia vi esse filme Ascenseur pour l'échafaud na casa da namorada. Obra de estreia do francês Louis Malle, trata-se de uma película na pegada film noir sobre um cara que tem um caso com a mulher do chefe e mata o patrão. Mas no meio da fuga tinha um elevador, e aí segue uma história cheia de reviravoltas. Bom filme, mas o que o tornou um clássico é a trilha sonora encomendada a ninguém menos que Miles Davis, que um ano antes de lançar 'Kind of Blue' já se aventurava pelas harmonias modais. O trumpete de Miles, respaldado por músicos franceses, cria o clima nos momentos mais acelerados e mais contidos do filme. Sonzeraça, e o filme é recomendadíssimo também.
Miles Davis - Ascenseur pour l'échafaud (1958)
terça-feira, 9 de março de 2010
Rashaan Roland Kirk - Rip, Rig and Panic (1965)
Outro discasso apresentado pelo mestre Brunoise, essa pepita de Rashaan Roland Kirk é descrito por alguns como o "Punk-jazz" da época. O saxofonista Roland Kirk, que depois acrescentou o Rashaan ao nome, é uma das figuras mais malucas da história do jazz. Ficou cego aos dois anos de idade, e como muitos outros deficientes visuais, desenvolveu extremo talento musical. Uma de suas marcas registradas é tocar dois saxofones ao mesmo tempo (!), além de criar seus próprios instrumentos. Mas além das excentricidades, Kirk é conhecido pelo completo domínio da técnica e pela inesgotável capacidade de improvisação no instrumento. Neste disco de 1965 ele entrega uma performance altamente energética, respaldado por um quarteto que quebra tudo na parte rítmica, graças em grande parte ao baterista Elvin Jones. Os solos altamente improvisados de Kirk se encarregam de acabar de quebrar tudo. Portanto, em uma palavra,QUEBRADEIRA!
Rashaan Roland Kirk - Rip, Rig and Panic (1965)
1. No Tonic Press
2. Once in a While
3. From Bechet, Byas, And Fats
4. Mystical Dreams
5. Rip, Rig and Panic
6. Black Diamonds
7. Slippery, Hippery, Flippery
Ouveaê!
segunda-feira, 1 de março de 2010
Miles Davis - In a Silent Way (1969)
A segunda-feira nublada, fria e garoenta em São Paulo pede um disco com esse clima melancólico e ao mesmo tempo etéreo. Em 1969 Miles Davis já tinha revolucionado o jazz mais de uma vez. Já havia ajudado a criar o Cool Jazz, o Jazz Modal, o Hard Bop e neste álbum cujo título diz tudo, ele começa o que talvez seja sua maior revolução: o Fusion.
1969 foi o ano de Woodstock, e Davis estava na época fascinado pela música de Jimi Hendrix. A influência de Hendrix seria mais sentida no disco seguinte, o também revolucionário Bitches Brew. Neste In a Silent Way, Miles se juntou com mais sete jovens músicos, se afastando do seu clássico quinteto que fez, entre outros, Kind of Blue.
Entre estes jovens músicos estavam os pianistas/tecladistas Herbie Hancock, Chick Correa e Joe Zawinul, o saxofonista Wayne Shorter e o guitarrista John McLaughlin. Das sessões gravados com esse octeto surgiu, através da parceria de Miles com o produtor Teo Macero, álbum. Os dois fizeram uma verdadeira alquimia de estúdio para gerar as duas longas sessões de improvisação quase telepática que geraram as duas faixas, um de cada lado do disco: Shhh/Peaceful e In a Silent Way/It's About That Time. É free-jazz, no sentido que se desprende quase totalmente da estrutura clássica do jazz, e é também o prenúncio do Fusion.
Se a música só faz sentido em contraste com o silêncio, esse disco silencioso é um dos sons mais transcendentes e etéreos (dá-lhe adjetivos chapados) já produzidos. Uma viagem que combina como poucas com o clima nublado.
Miles Davis - In a Silent Way (1969)
01 - Shhh/Peaceful
02 - In a Silent Way/It's About That Time
Ouveaê!
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
John Zorn - Naked City (1989)
Já tinha ouvido falar deste maluco chamando JOHN ZORN pelo amigo Brunoise, mas nunca tinha ouvido com a devida atenção. Hoje resolvi baixar esse Naked City, sonzera das GRANDES. Basicamente, é "Jazz de Vanguarda meets Hardcore", ou o único Jazz possível de se fazer no início dos anos 90. O saxofonista nova-iorquino Zorn é um dos músicos mais prolíficos das últimas décadas, tendo lançado mais de 100 discos desde o início dos anos 80, muitos excelentes, e esse é uma boa amostra do som do cara. Além de composições próprias, traz versões de alta voltagem para temas de filmes como Batman, Chinatown e peças de Henry Mancini e Enio Moriccone, além de uma cover de seu ídolo e mestre do Free Jazz Ornette Coleman. A banda de apoio segura bem a incontrolável energia de Zorn.
A começar pelo nome e pela capa, com um corpo de um homem baleado em Nova York, é um disco de jazz que transpira o clima acelerado, violento e vibrante de NY e das metrópoles em geral no início das últimas décadas do século 20.
Ouveaê!
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Louis Armostrong - The Complete Hot Five and Hot Seven Recordings
Track Listing (Disc 1): Gut Bucket Blues; My Heart; Yes I'm In The Barrel; Come Back Sweet Papa; Georgia Grind; Heebie Jeebies; Cornet Chop Suey; Oriental Strut; Your Next; Muskrat Ramble; Don't Forget To Mess Around; I'm Gonna Gitcha; Droppin' Shucks; Who'zit; King Of The Zulus; Big Fat Mama And Skinny Pa; Lonesome Blues; Sweet Little Papa; Jazz Lips; Skid-Dat-De-Dat; Sunset Cafetomp; You Made Me Love You; Irish Black Bottom. (Total Time: 68:35).
Track Listing (Disc 2): Put'em Down Blues; Ory's Creole Trombone; The Last Time; Struttin' With Some Barbecue; Got No Blues; Once In Awhile; I'm Not Rough; Hotter Than That; Savoy Blues; He Likes It Slow; Gambler's Dream; Sunshine Baby; Adam And Eve Had The Blues; Put It Where I Can Get It; Wash Woman Blues; I've Stopped My Man; Georgia Bo Bo; Drop That Sack; Drop That Sack; Cornet Chop Suey. (Total Time: 61:27).
Track Listing (Disc 3): Willie The Weeper; Wild Man Blues; Alligator Crawl; Potato Head Blues; Melancholy Blues; Weary Blues; Gully Low Blues; That's When I'll Come Back To You; Chicago Breakdown; Weary Blues; New Orleans Stomp; Wild Man Blues; Wild man Blues; Melancholy Blues; Melancholy Blues; You're A Real Sweetheart; Too Busy; Was It A Dream; Last Night I Dreamed I Kissed You. (Total Time: 68:20).
Track Listing (Disc 4): Fireworks; Skip The Gutter; A Monday Date; Don't Jive Me; West End Blues; Sugar Foot Strut; Two Deuces; Squeeze Me; Knee Drops; No (No, Papa, No); Basin Street Blues; No One Else But You; Beau Koo Jack; Save It, Pretty Mama; Muggles; Hear Me Talking To You; St. James Infirmary; Tight Like This. (Total Time: 73:53).
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Charlie Parker and Dizzy Gillespie - Town Hall, New York City, June 22, 1945
Dizzy Gillespie & Charlie Parker: Town Hall New York City - June 22, 1945
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Django Reinhardt with Stephane Grappelli and the Quintet - Hot Club Remastered (2009)
Jean Baptiste Reihardt nasceu na Bélgica, em 1910. Mas era cigano, de família cigana, então não dá pra dizer que ele era belga, nem francês, embora tivesse vivido a maior parte da vida na França. Em contato com a riquíssima tradição musical cigana, aprendeu a tocar violino ainda cedo, e depois escolheu o violão como instrumento. O acampamento onde morava, nas proximidades de Paris, pegou fogo em 1928, e Django queimou a mão esquerda, o que não o impediu de continuar tocando, e o novo jeito que ele encontrou pra tocar é creditado por alguns críticos como marca do seu estilo inconfundível no dedilhado. Outra lenda diz que foi durante sua recuperação das queimaduras que ele entrou em contato com o jazz norte-americano, então uma novidade na Europa, ouvindo discos de Louis Armstrong. 02.Oh Lady Be Good 02:51
03.Blue Rag 02:54
04.Djangology 02:55
05.Swing Guitars 02:22
06.Sweet Chorus 02:42
07.Liebestraum 03:18
08.Tears 02:36
09.St Louis Blues 02:40
10.Minor Swing 03:12
11.Vipers Dream 03:13
12.Tea for Two 02:50
13.My Sweet 02:56
14.Daphnee 03:06
15.Stockholm 02:45
16.Hcq Strut 02:54
17.The Man I Love 03:09
18.Swing 39 03:14
19.Nuages 03:18
20.Sweet Sue 02:49
21.Manoir De Mes Reves 03:17
22.Echoes of France 02:45
23.September Song 03:16
24.Topsy 03:03
25.Lover Man 03:09
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Nina Simone Sings the Blues (1967)

segunda-feira, 16 de novembro de 2009
John Coltrane - A Love Supreme (1964)
Para embalar a "Music Monday" mando aqui esse que é talvez o mais belo registro sonoro do Jazz, som espiritual, para falar com a inteligência cósmica superior, feito por "Saint" John Coltrane, que de tão transcedental tem até igreja em sua glória na cidade de San Francisco. Muitos consideram esse disco de 1964 a obra-prima de Coltrane. Eu fico entre esse e Giant Steps, mas A Love Supreme é obrigatório para quem gosta de Jazz. Nesse álbum Coltrane ainda está com um pé no Post Bop de Giant Steps, Blue Train e outros discos anteriores, mas já está na direção do Free Jazz que marcaria o final da sua carreira, que acabou cedo, em 1967, com sua morte aos 41 anos por problemas hepáticos.quarta-feira, 7 de outubro de 2009
João Donato - A Bad Donato (1970)

Esse pianista acreano (sim, eles existem!) esteve na primeira onda da Bossa Nova, ao lado de João Gilberto e Tom Jobim. Com o sucesso mundial da bossa, mudou-se para os Estados Unidos. Em 1970, influenciado por Jimi Hendrix, James Brown e pela psicodelia reinante na Califórnia, fez ao lado de músicos da pesada como o flautista Bud Shank, o saxofonista Ernie Watts e o baterista Dom Um Romão esse discaço, que já animou muitas noitadas vamoaêzisticas, muitas vezes por cortesia do Brunoise, grande apreciador da obra. Jazz-funk-bossa psicodélico pra ninguém botar defeito! Detalhe curioso que adiciona psicodelia à obra: todos os instrumentos foram gravados em dobro!
João Donato - A Bad Donato (1970)
1 – The Frog
2 – Celestial Showers
3 – Bambu
4 – Lunar Tune
5 – Cadê Jodel? (The Beautiful One)
6 - Debutante’s Ball
7 – Straight Jacket
8 – Mosquito (Fly)
9 – Almas Irmãs
10 – Malandro
Ouveaê!
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Vince Guaraldi Trio - A Boy Named Charlie Brown (1964)
Esse aqui é alegria garantida, o pianista Vice Guaraldi ficou famoso pela trilha dos especiais para a TV da turma dos Peanuts, Snoopy, Charlie Brown, Linus, Patty Pimentinha, etc, de Charles Schultz. Quando criança eu adorava os desenhos, e agora to pirando aqui com esse discasso que traz algumas faixas clássicas cheias de groove. Ótimo pra ouvir no trampo e para desestressar em qualquer situação.
Vince Guaraldi Trio - A Boy Named Charlie Brown (1964)
01 - Oh good Grief
02 - Pebble Beach
03 - Happiness is
04 - Schroeder
05 - Charlie Brown Theme
06 - Linus & Lucy
07 - Blue Charlie Brown
08 - Baseball Theme
09 - Freda (With the Naturally Curly Hair
10 - Fly Me To The Moon
Ouveaê!
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Airto Moreira - Seeds on the Ground: The Natural Sounds of Airto Moreira (1971)

Ontem no churrasco "jazz'n'ribs' na casa do Mauricio Grilli muito se ouviu essa obra-prima do grande Airto, um dos músicos brasileiros mais respeitados no mundo. Após fazer parte de grupos seminais como Sambalanço Trio e Quarteto Novo, foi na década de 70 pra gringa e fez parte do Quinteto de Miles Davis e da formação original da lendária Weather Report, além de trabalhar com Chick Correa e outros bambas. Nesse disco de 1971 sua percursão é respaldada pelos multiinstrumentos do gênio Hermeto Pascoal, pelo baixo de Ron Carter e a voz de Flora Purim, esposa de Airto. Sonzeraça!
Airto Moreira - Seeds on the Ground: The Natural Sounds of Airto Moreira (1971)
01 - Andei
02 - O Sonho
03 - Uri
04 - Papo Furado
05 - Juntos
06 - O Galho da Roseira
07 - O Galho da Roseira (Part II)
Ouveaê!





